
Mais um ano que a cultura serrana se enaltece!
Senão fosse assim, seria assado, senão fosse Aracy Paim, ter a brilhante idéia de homenagear o fruto da terra no calçadão de Lages, sem dúvida, alguém mais cedo ou mais tarde iria trazer a publico a celebração da tradição de se comer pinhão. Afinal, não só o chimarrão forma a roda de bate-papo, como reza a tradição, mas o pinhão também reúne pessoas em volta da fogueira, do forno à lenha, do fogão, de todo tipo de ambiente aquecido afim de contar causos, prosas e histórias.
O que não podemos deixar, jamais, é deixar que as tradições, paixões e histórias, do povo serrano caiam no esquecimento. Que a evolução dos tempos não descaracterize o verdadeiro sentido de realizarmos uma festa todos os anos, e que as novas gerações compreendam o verdadeiro motivo de Lages organizar a Festa do Pinhão.
Com 21 anos de tradição festiva, a Festa do Pinhão hoje, já apresenta numa nova estrutura, e não digo física, mas de essência!
Já dizia a letra, de Francisco de Assis , “nessa festa tem churrasco, tem paçoca de pinhão, chimarrão bem cevado e fandango de galpão”--- ah, se não fosse a paçoca de pinhão, essa estrofe estaria comprometida! Quando Francisco de Assis escreveu essa letra em 1991, ele deixou representar o espírito, a essência e escreveu o que deveria ser homenageado, como parte de uma tradição. Hoje, se você reparar, esse trecho no jingle da festa, já não existe! Nosso tradicionalismo representado pelos ctg´s, não subirão ao palco este ano, por isso amigos, não contem nem com chula, chamamé ou fandango... Será que alguém vai sentir falta?! Quem vem a Lages todos os anos, também recebe um convite especial daquela responsáel pela reprodução do pinheiro brasileiro em nossa região- a gralha azul.
Apesar de ser por lei a ave oficial do Paraná, pra nós ela sempre pertenceu a serra e a Festa- PERTENCEU- hoje, a gralhinha, de bombachas, a principal estrela da festa, já não faz parte do convite da maior festa gastronômica e cultural do estado.
A preservação cultural de um povo vale mais que a expectativa de um parque cheio, vale mais que uma dupla sertaneja inédita no palco principal, vale mais que a própria expectativa do lageano com a festa- a preservação das raízes de um povo vale toda sua historia!
Senão fosse assim, seria assado, senão fosse Aracy Paim, ter a brilhante idéia de homenagear o fruto da terra no calçadão de Lages, sem dúvida, alguém mais cedo ou mais tarde iria trazer a publico a celebração da tradição de se comer pinhão. Afinal, não só o chimarrão forma a roda de bate-papo, como reza a tradição, mas o pinhão também reúne pessoas em volta da fogueira, do forno à lenha, do fogão, de todo tipo de ambiente aquecido afim de contar causos, prosas e histórias.
O que não podemos deixar, jamais, é deixar que as tradições, paixões e histórias, do povo serrano caiam no esquecimento. Que a evolução dos tempos não descaracterize o verdadeiro sentido de realizarmos uma festa todos os anos, e que as novas gerações compreendam o verdadeiro motivo de Lages organizar a Festa do Pinhão.
Com 21 anos de tradição festiva, a Festa do Pinhão hoje, já apresenta numa nova estrutura, e não digo física, mas de essência!
Já dizia a letra, de Francisco de Assis , “nessa festa tem churrasco, tem paçoca de pinhão, chimarrão bem cevado e fandango de galpão”--- ah, se não fosse a paçoca de pinhão, essa estrofe estaria comprometida! Quando Francisco de Assis escreveu essa letra em 1991, ele deixou representar o espírito, a essência e escreveu o que deveria ser homenageado, como parte de uma tradição. Hoje, se você reparar, esse trecho no jingle da festa, já não existe! Nosso tradicionalismo representado pelos ctg´s, não subirão ao palco este ano, por isso amigos, não contem nem com chula, chamamé ou fandango... Será que alguém vai sentir falta?! Quem vem a Lages todos os anos, também recebe um convite especial daquela responsáel pela reprodução do pinheiro brasileiro em nossa região- a gralha azul.
Apesar de ser por lei a ave oficial do Paraná, pra nós ela sempre pertenceu a serra e a Festa- PERTENCEU- hoje, a gralhinha, de bombachas, a principal estrela da festa, já não faz parte do convite da maior festa gastronômica e cultural do estado.
A preservação cultural de um povo vale mais que a expectativa de um parque cheio, vale mais que uma dupla sertaneja inédita no palco principal, vale mais que a própria expectativa do lageano com a festa- a preservação das raízes de um povo vale toda sua historia!









































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